sexta-feira, 24 de março de 2017

Justiça manda Terracap devolver terras roubadas


Milhares de hectares de terras que a Terracap roubou para fazer loteamentos em Brasília – para usar expressão de advogados da autora da ação -, estão sendo devolvidas aos reais proprietários por decisão judicial. Trata-se de trechos da Fazenda Brejo (ou Torto). Além da Terracap, participaram da maracutaia a Novacap e outros réus.
A decisão foi proferida pelo Tribunal Regional Federal, em Brasília, pelo desembargador Souza Prudente, e publicada há dois dias. A partir de agora, os cartórios de Registros de Imóveis de Planaltina (Goiás, também conhecida por Brasilinha) e do 2º Ofício de Registro de Imóveis do Distrito Federal, devem considerar a indisponibilidade do saldo de 104.991 alqueires. As áreas estão averbadas na Matrícula 125.889 do 2º Ofício.
Essa decisão da Justiça Federal abre precedentes perigosos. Criada a jurisprudência, a Terracap corre o risco de fechar as portas se tiver de pagar por todas as terras que lançou mão para vender em fatias, como se pertencessem ao Governo de Brasília.
Em síntese – adverte um dos advogados da autora da ação – quem comprar lotes oferecidos pela estatal de terras de Brasília pode estar fazendo um mau negócio. “É jogar dinheiro fora, porque a tendência a partir de agora é que a Terracap seja obrigada a devolver tudo o que foi tomado”, enfatizam autores da denúncia contra a a empresa.
A terra “roubada” pela Terracap abrange grandes extensões do Distrito Federal. Fatiados, os trechos compreendem partes do Lago Norte, Colorado, Estrutural, Taquari, Sobradinho, Planaltina, Cidade do Automóvel e Brazlândia.
Para entender o caso, leia aqui trechos do processo e a decisão do desembargador federal Souza Prudente.

Fonte: Notibrás

segunda-feira, 20 de março de 2017

FÁBIO GONDIM DIZ que não é transformando o Hospital de Base em Instituto ou OSs que irá resolver os graves problemas da saúde do DF

Em um relatório de 58 páginas, o especialista em gestão de orçamento público e ex-secretário Fábio Gondim, relata os graves problemas encontrado dentro da Secretaria de Saúde, pasta que comandou por apenas sete meses. Ele revela que a situação caótica dos hospitais do DF é um problema maturado por décadas e que enquanto o Fundo Constitucional deu conta, hoje orçado em 7.5 bilhões de reais por ano, somente para a saúde, a “turma” fez o que quis
letra-só quem já passou por lá sabe o tamanho da confusão intestinal que mói por dentro, como um saco sem fundo, o Sistema de Saúde do Distrito Federal. Nos últimos seis anos nenhum dos seis secretários, a maioria médicos e do quadro de servidores, deram certo no comando da pasta, ficado um por ano em média.
No final do governo Agnelo foram dois, os demitidos. No governo Rollemberg, ocorreram demissões, mas também houve quem pediu para sair, por pressões nunca reveladas, como foi o caso do especialista em orçamento Fábio Gondim em carta enviada ao governador depois de sete meses à frente da Secretaria de Saúde.
“Foi o período mais difícil para se assumir uma Secretaria de Saúde diante de uma severa  crise econômica nacional,  com quedas sucessivas de arrecadação e com reflexos no Distrito Federal onde  decisões administrativas anteriores empurraram todo o equilíbrio fiscal para uma situação além do limite”, disse ele em conversa com o Radar.
No caso pontual da Saúde, segundo o ex-secretário, despesas foram assumidas sem orçamento prévio o que dificultou qualquer tentativa de planejamento orçamentário no primeiro ano de governo. Além disso, Fábio Gondim conta que ao assumir a pasta encontrou pelo caminho gigantescas dificuldades como a falta de recursos para o abastecimento completo da rede e para a manutenção de equipamentos.
Ele apontou que durante a sua gestão faltou dinheiro para pagar pessoal e que em virtude do não cumprimento de lei que concedia aumento e redução de jornada de trabalho, a partir de setembro daquele ano, houve uma greve geral que se arrastou por um mês.
“A SES sofria descrédito em relação à população, fornecedores e servidores. Quando achei que nada poderia ser mais complicado, ainda veio uma epidemia de doenças que sequer existiam no Brasil num passado próximo: Chikungunya e o Zika Vírus”, disse.
Gondim afirmou que questões estruturais antigas levaram à crise assistencial em áreas importantes como oncologia, nefrologia, hemoterapia etc. Falta de profissionais levaram a dificuldades para a realização das cirurgias eletivas, fechamento de escalas de pediatria, neonatologia, medicina intensiva, entre tantas outras.
Disse ainda que a Atenção Primária não tinha resolubilidade e os pacientes de emergência pouco graves eram forçados a procurar UPA e emergências, por mais simples que fossem seus problemas. A falta de protocolos clínicos e a inobservância dos que existiam, levavam à necessidade de aquisição de medicamentos, insumos e materiais hospitalares desnecessários. As agendas não eram abertas. Dificuldades para o funcionamento em rede em função de dificuldades de transporte sanitário adequado.
Ainda assim, com todas as dificuldades, Fábio Gondim aponta que com o apoio de uma equipe técnica bem montada logrou êxito em áreas estruturantes, cujos trabalhos foram iniciados ou mesmo finalizados em apenas sete meses quando teve que apresentar a sua renúncia. Em um relatório de 58 páginas enviada ao governador e ao atual secretário de Saúde, Gondim destaca os problemas e soluções alcançadas. (Veja o relatório no final desta matéria)
O ex-secretário não quis revelar ao Radar os reais motivos que o levaram a pedir para deixar o cargo, mas deixou claro que a situação grave que envolve, há décadas, a Secretaria de Saúde vai muito além da tentativa de transformar o Hospital de Base em um “Instituto” ou entregar toda a rede para ser administrada por uma OSs.
“Quem é que controla 34 mil pessoas em uma situação como esta? Se não tiver conhecimento de gestão e cuidar da situação no atacado já era, não tem jeito. Não há como implantar um modelo como querem fazer no Hospital de Base e achar de que, de uma hora para outra, tudo será uma maravilha. Tenho a impressão de que essa expectativa que está sendo vendida a sociedade pode não dar certo”, disse.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Avanços da Lei de Inclusão para pessoas com Transtornos de Aprendizagem: TDAH, Dislexia e Autismo.


Mara Gabrilli: Assinando a Lei em plenário, antes da sanção.

Em junho de 2015 o plenário do Senado aprovou com unanimidade o substitutivo da Câmara dos deputados ao projeto da Lei Brasileira dos Deputados ao projeto da Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência (PL 7699/06), antes conhecido como: Estatuto da pessoa com Deficiência.
Entre outras medidas, o texto define o que se considera deficiência, o qual prevê atendimento prioritário em órgãos públicos para as pessoas com deficiência, além de dar ênfase nas políticas públicas. A proposta trata de vários aspectos do cotidiano da pessoa, como o acesso à moradia, transporte, educação e trabalho.

Em 02 de janeiro de 2016 entra em vigor a Lei Brasileira de Inclusão, a nova Lei tramitou no Congresso por 15 anos e passou a valer 180 dias após a sanção, garantido direitos as pessoas com deficiência nas áreas de trabalho, saúde, educação e infraestrutura, A lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com deficiência (LBI – Lei 13146/15).

Esta nova legislação garante mais direitos às pessoas com deficiência e prevê punições para atos discriminatórios. Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 45,6 milhões de pessoas afirmaram ter algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população brasileira.

Entre os direitos garantidos pela nova lei para atender a essa parcela da população, estão a oferta de profissionais de apoio escolar em instituições privadas, sem custo para as famílias, a acessibilidade para pessoas com deficiência em 10% da frota de táxis e o auxílio-inclusão, benefício de renda complementar ao trabalhador com deficiência que ingressar no mercado de trabalho.

A Lei também prevê punições como a detenção de dois a cinco anos para quem impedir ou dificultar o ingresso da pessoa com deficiência em planos privados de saúde e a quem negar emprego, recusar assistência médico-hospitalar ou outros direitos a alguém, em razão de sua deficiência.

A população, obviamente obteve uma grande conquista, porém, surgem ainda, muitas dúvidas relacionadas à contemplação ou não, nessa Lei, das pessoas com Transtornos do neurodesenvolvimento , como é o caso do TDAH e da Dislexia. Ressalta-se que o único transtorno que é mencionado de forma nominal na Lei é o Autismo definido como “ Comprometimento global do desenvolvimento, que se manifesta tipicamente antes dos 3 anos, acarretando dificuldades de comunicação e de comportamento, caracterizando-se frequentemente por ausência da relação, movimentos estereotipados, atividades repetitivas, respostas mecânicas, resistência a mudanças nas rotinas diárias ou no ambiente e a experiências sensoriais”.
Deficiência definida na Lei:

Art. 1o É instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.

Parágrafo único. Esta Lei tem como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, ratificados pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo no 186, de 9 de julho de 2008, em conformidade com o procedimento previsto no § 3o do art. 5o da Constituição da República Federativa do Brasil, em vigor para o Brasil, no plano jurídico externo, desde 31 de agosto de 2008, e promulgados pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009, data de início de sua vigência no plano interno.

Art. 2o Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

§ 1o A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará: (Vigência)
I – os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo;
II – os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais;
III – a limitação no desempenho de atividades; e
IV – a restrição de participação.

§ 2o O Poder Executivo criará instrumentos para avaliação da deficiência.
Art. 3o Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se:

I – acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida;

II – desenho universal: concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva;

III – tecnologia assistiva ou ajuda técnica: produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social;

IV – barreiras: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros, classificadas em:
a) barreiras urbanísticas: as existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo;

b) barreiras arquitetônicas: as existentes nos edifícios públicos e privados;
c) barreiras nos transportes: as existentes nos sistemas e meios de transportes;
d) barreiras nas comunicações e na informação: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens e de informações por intermédio de sistemas de comunicação e de tecnologia da informação;
e) barreiras atitudinais: atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas;
f) barreiras tecnológicas: as que dificultam ou impedem o acesso da pessoa com deficiência às tecnologias;

V – comunicação: forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as línguas, inclusive a Língua Brasileira de Sinais (Libras), a visualização de textos, o Braille, o sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral, os sistemas auditivos e os meios de voz digitalizados e os modos, meios e formatos aumentativos e alternativos de comunicação, incluindo as tecnologias da informação e das comunicações;

VI – adaptações razoáveis: adaptações, modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais;

VII – elemento de urbanização: quaisquer componentes de obras de urbanização, tais como os referentes a pavimentação, saneamento, encanamento para esgotos, distribuição de energia elétrica e de gás, iluminação pública, serviços de comunicação, abastecimento e distribuição de água, paisagismo e os que materializam as indicações do planejamento urbanístico;

VIII – mobiliário urbano: conjunto de objetos existentes nas vias e nos espaços públicos, superpostos ou adicionados aos elementos de urbanização ou de edificação, de forma que sua modificação ou seu traslado não provoque alterações substanciais nesses elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, terminais e pontos de acesso coletivo às telecomunicações, fontes de água, lixeiras, toldos, marquises, bancos, quiosques e quaisquer outros de natureza análoga;

IX – pessoa com mobilidade reduzida: aquela que tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentação, permanente ou temporária, gerando redução efetiva da mobilidade, da flexibilidade, da coordenação motora ou da percepção, incluindo idoso, gestante, lactante, pessoa com criança de colo e obeso;

X – residências inclusivas: unidades de oferta do Serviço de Acolhimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas) localizadas em áreas residenciais da comunidade, com estruturas adequadas, que possam contar com apoio psicossocial para o atendimento das necessidades da pessoa acolhida, destinadas a jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência, que não dispõem de condições de autossustentabilidade e com vínculos familiares fragilizados ou rompidos;

XI – moradia para a vida independente da pessoa com deficiência: moradia com estruturas adequadas capazes de proporcionar serviços de apoio coletivos e individualizados que respeitem e ampliem o grau de autonomia de jovens e adultos com deficiência;

XII – atendente pessoal: pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais à pessoa com deficiência no exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas;

XIII – profissional de apoio escolar: pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas;

XIV – acompanhante: aquele que acompanha a pessoa com deficiência, podendo ou não desempenhar as funções de atendente pessoal.
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De acordo com a leitura da Lei (grifo do autor) e em concordância com O artigo 54, inciso III, do Estatuto da Criança e do Adolescente pode ser aplicado às crianças que apresentam TDAH, Dislexia e necessitam de uma educação especial.

Outro fator a ser observado, é se a escola ofereceu recuperações paralelas para a criança conseguir as notas necessárias, antes da recuperação final. Isto também pode ser matéria a ser levantada em eventual recurso a ser impetrado contra a diretoria de ensino, em caso de retenção.

A Resolução CNE/CEB Nº 02/2001 institui as Diretrizes Nacionais para a educação de alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, na Educação Básica, e considera educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem:

I – dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos:
(…)
b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências. É neste inciso e letra que compreendemos o grupo dos alunos que apresentam TDAH.

O artigo 8º desta Resolução prevê que as escolas da rede regular de ensino (tanto as particulares quanto as públicas, leia-se) devem prever e prover na organização de suas classes comuns:

III – flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, em consonância com o projeto pedagógico da escola, respeitada a frequência obrigatória;
IV – serviços de apoio pedagógico especializado, realizado, nas classes comuns, mediante:

a) atuação colaborativa de professor especializado em educação especial.
Já o parágrafo primeiro do artigo 4º da Deliberação CEE/SP 05/00 estabelece que :
Art. 4° – O atendimento educacional aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser feito nas classes comuns das escolas, em todos os níveis de ensino.

§ 1º. – Os currículos das classes do ensino comum devem considerar conteúdos que tenham caráter básico, com significado prático e instrumental, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação que sejam adequados à promoção do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais.
Resumindo:

Desta forma diante da Lei e da nossa vivência podemos afirmar que os alunos com TDAH, Dislexia, Transtornos de Aprendizagem ou Deficiência têm direito à educação especial e avaliações, provas e atividades diferenciadas, durante o ano letivo. Caso estes direitos tenham sido desrespeitados e o aluno for prejudicado em seu desempenho acadêmico, pode ter a decisão de retenção de série revista e até mesmo anulada, mediante recurso. E, antes de chegar a este ponto, exigir que ao aluno em questão seja oferecido o atendimento educacional especializado (AEE) que ele tem direito.

Convido a todos vocês envolvidos no processo de aprendizagem de crianças, adolescentes e adultos, a conhecerem o E-book “Dislexia, Transtorno ou Talento?” Cujo objetivo é justamente demonstrar através de conhecimento, estratégias e atividades que todas as crianças possuem talentos e a forma como devemos despertá-lo. Tenho certeza que todos que o adquirirem terão outra visão da Dislexia e consequentemente através do seu conteúdo e aplicação suas práticas com estas crianças serão exitosas.

Se você quiser aprender mais sobre TDAH aproveite e inscreva-se em nosso curso de TDAH Estratégias e atividades Inédito + Bônus de um e-book Trabalhando as emoções das crianças. Está imperdível, ADQUIRA JÁ!

No intuito de auxiliar a pais, professores e as crianças, escrevi o e-book “Atividades exitosas” (91 páginas) em que reuni atividades criativas de fácil aplicação além de estratégias. De bônus os presenteio com o e-book “Ciranda” (48 páginas) onde podemos ensinar através de poesias e rimas, com sugestões e modelos de atividades. Este material foi escrito com muito carinho e dedicação, tenho certeza que será muito proveitoso, e se for bem aplicado se refletirá na real aprendizagem dos alunos, em especial aqueles que têm TDAH, Dislexia ou outros Transtornos de aprendizagem.

Se você ainda não possui, adquira já o e-book “O Menino Que Não Tinha Jeito” e como bônus ganhe o e-book completo “Déficit de Atenção ou TDAH”:

Em breve estaremos disponibilizando o Curso Online de DISLEXIA Estratégias e Atividades. Aguardem!

Fonte: http://www.almanaquedospais.com.br/direitos-dos-alunos-com-tdah/
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm
Psicopedagoga, Psicanalista Clínica, Palestrante, Bacharel em Administração de Empresas, Professora do município de Juazeiro-BA na área de Atendimento Educacional Especializado, Escritora/poetisa com livro publicado pela Editora Baraúna e CBJE.