domingo, 22 de outubro de 2017

BOMBEIROS LOCALIZAM CORPO DE UMA PESSOA NOS ESCOMBROS DE EDIFÍCIO QUE DESABOU EM VICENTE PIRES


Neste domingo(22) o Corpo de Bombeiros através de suas equipes especializada conseguiram localizar o corpo do operário que trabalhava na obra do edifício que desabou na Colonia Agrícola Samambaia em Vicente Pires.
As equipes dos Bombeiros estão realizando as buscas desde do dia do ocorrido na sexta-feira(20).


Segundo informações o corpo do operário foi localizado no interior dos escombros entres colunas da estrutura, e pelo local que que o localizaram ele tentou acessar a escada do edifício no momento da queda.
O trabalho para retirada do corpo já estão sendo realizado. Um posto de comando foi montado no local, para realizações das busca.
Aguardando mais informações.

Fonte: http://www.bombeirosdf.com.br/

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Aviltamento, abjeção, baixeza, desonra, envilecimento, infamação, infâmia, objeção/baixeza, opróbrio, vileza, vilipêndio, canalhice, futrica, indignidade, indignidade, pequenez, rebaixamento, ruindade, sabujice, servilismo, sordidez, submissão, subserviência, turpitude, vilania, decadência, depravação

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Retrato falado dos poderes constituidos do Brasil


Dos 44 que votaram em Aécio, 19 são alvos da Lava Jato. Mas Aécio é somente a pontinha do iceberg... 




Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima. Lucas 21:28, ARA

A crise política vivida pelo Brasil hoje não deixa de ser uma degradação. A palavra epigrafada tem a sinonímia de decompor, destruir, perder suas características naturais. Podemos usar outros adjetivos, tais como: aviltamento, abjeção, baixeza, desonra, envilecimento, infamação, infâmia, objeção/baixeza, opróbrio, vileza, vilipêndio, canalhice, futrica, indignidade, indignidade, pequenez, rebaixamento, ruindade, sabujice, servilismo, sordidez, submissão, subserviência, turpitude, vilania, decadência, depravação e muitos outros sinônimos. Uma nojeira partidária que começou e se renova repetidamente a cada período eleitoral e não termina nunca.

A “vaca” estava gorda, beberam todo o seu leite e agora querem aproveitar a “carne seca”. Informações midiáticas, mostram que todos os partidos estão enrolados com toda essa canalhice e os que não estão, querem entrar. Tudo que é crime pode e deve ser atribuído aos nossos políticos, a nossa justiça e também a maioria dos nossos eleitores. Porque todos estão envolvidos, uns protegendo os outros e no caso dos eleitores, fazendo vista grossa e enviando coniventemente, bandidos de volta ao poder.

Infringir, desobedecer, ofender, transgredir etc. A política brasileira está repleta de santinhos e de inocentes, pois quando inquiridos pela justiça eles negam tudo. Vejam que na história política brasileira nunca se viu tanta corrupção, tanto enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e em consequência desses delitos o povo brasileiro honesto ou não, paga a conta como se fosse bandido.

Não existe crimes suficientes no dicionário para descrever o que se tornou os poderes, todos os poderes. Para manter, aumentam impostos, taxas de juros de todos os matizes, a inflação galopeia e a miséria aumenta, pois quem vive de salário mínimo não pode sobreviver com uma inflação incontrolável e manipulada.

Mas a população também está envolvida com corrupção, exibicionismo, depravação sexual, pedofilia, aborto, terrorismo e muito mais. Monte o quebra-cabeça e você verá a terrível face da iniquidade. Esse horroroso retrato está estampado todos os dias nos meios de comunicação e reflete a degradação moral da sociedade atual.

Será que esse panorama tem alguma coisa a dizer sobre o fim do mundo? De acordo com a Bíblia, “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus” (2 Timóteo 3:1-4, ARA, itálico acrescentado).

Esse é o retrato profético que Paulo faz da condição moral da sociedade que viveria nos últimos dias. Será que podemos, sem alarmismos, afirmar que nossa geração cumpre perfeitamente a profecia bíblica?
As palavras que introduzem este texto soam como uma espécie de “tradução na linguagem de hoje” dos termos que o apóstolo usa para caracterizar a sociedade dos últimos dias. Isso significa dizer que a situação moral do mundo atualmente é uma evidência clara de que Jesus está muito próximo de voltar.

Mais do que pecados cometidos aqui e ali, estamos assistindo à institucionalização da iniquidade e ao estímulo de práticas pecaminosas por parte de governos e da mídia em geral. O mundo em que vivemos dá sinais evidentes de que a iniquidade chegou ao ponto máximo e reproduz o retrato horroroso de Satanás.

O povo de Deus tem o dever de estampar na face a imagem de Jesus. Com o reflexo de Cristo em nós, o novo mundo verá o que significam justiça, fraternidade, pureza e paz.


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Quem age como reflexo de Jesus não vive alarmado, com medo, nem é pego de surpresa com a maldade cada vez maior do mundo. Em realidade, segundo o próprio Cristo, nossa postura diante desse quadro terrível deve ser outra. Ele disse: “Quando começarem a acontecer estas coisas, levantem-se e ergam a cabeça, porque estará próxima a redenção de vocês” (Lucas 21:28, NVI). Vem, Senhor Jesus!

Gilberto Camargos

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Deputada distrital Telma Rufino é acusada de comprar diplomas falsos

Ministério Público do DF denuncia deputada distrital por suposto envolvimento com grupo que falsificava certificados de graduação e pós-graduação da Faculdade Darwin, no Areal

Telma Rufino: primeiros sinais de que distrital teria comprado diplomas surgiram depois de interceptações telefônicas ds Trick


Presidente da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) da Câmara Legislativa, a deputada Telma Rufino (Pros) é acusada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de ter comprado os diplomas de graduação e pós-graduação que dispõe para se apresentar como administradora e gestora pública.

A denúncia da Procuradoria-geral de Justiça do DF afirma que  a distrital teria praticado cinco vezes o crime de falsificação de documento público, ao forjar certificados de conclusão e históricos escolares dos cursos de Tecnologia em Gestão Pública e pós graduação lato sensu em gestão de políticas públicas e sociais da Faculdade de Ciências, Educação e Tecnologia Darwin (Faceted), no Areal, entre julho de 2013 e abril de 2015. A ação penal, ajuizada em 14 de setembro, tramita no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF, sob a relatoria do desembargador Ângelo Passareli.

Telma teria obtido os diplomas sem prestar vestibular, sem frequentar as aulas e sem realizar os trabalhos e provas, muito menos os projetos finais. A investigação sobre a formação da deputada Telma Rufino surgiu por acaso, em decorrência da Operação Trick, deflagrada em abril de 2015, pela Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) da Polícia Civil do DF.

Os policiais, liderados pelo delegado Jeferson Lisboa Gimenez, apuravam crimes relacionados à falsificação de documentos, falsidade ideológica, organização criminosa, fraude de grande monta envolvendo instituições bancárias e lavagem de dinheiro. Pelo relacionamento com os principais investigados, Edigard Eneas da Silva e Luciano Alves Dutra Diniz, Telma Rufino teve a casa vasculhada pela Polícia Civil em cumprimento de mandado de busca e apreensão.

Nas interceptações telefônicas da Trick, surgiram os primeiros sinais de que eles intermediaram a compra dos diplomas da deputada Telma Rufino. Em conversas com outros interlocutores, eles falavam abertamente sobre a comercialização de diplomas e certificados de conclusão de ensino superior.

Documentos falsos

Segundo a denúncia, os dois também se referiam a um “negócio” que deveriam entregar a Telma Rufino. Para os investigadores, ficou evidente que se tratavam dos documentos falsos, expedidos com carimbos forjados e papéis da Faculdade Darwin. “Para que não haja dúvidas quanto ao significado do termo ‘negócio’, é relevante lembrar que a própria Telma Rufino admitiu, em seu termo de declarações perante a Corf que o ‘negócio’ em questão se tratava do certificado de pós-graduação da Faculdade Darwin”, ressalta o Ministério Público na denúncia.

Em troca da parceria, Telma conseguiu, segundo o MP, um emprego para Edigard Eneas da Silva. Ele foi nomeado, em abril de 2014, para o cargo de subsecretário de qualificação e capacitação profissional da Secretaria de Trabalho do governo de Agnelo Queiroz (PT). Enquanto isso, Edigard era financiador, cabo eleitoral e articulador político da campanha de Telma à Câmara Legislativa.

Com Luciano Diniz, Telma também mantinha uma relação. Os dois se encontravam sempre na Associação dos Moradores de Arniqueiras e Areal, que era presidida por Telma e a cacifou para chegar a um mandato de distrital. Luciano era professor da Darwin e proprietário do Centro de Ensino Diniz Eireli, parceiro da faculdade. Algumas das aulas do curso de gestão pública da Darwin eram ministradas na entidade de Luciano em Taguatinga.

Mas as conversas foram apenas o ponto de partida para chegar à conclusão que levou à proposição da ação penal contra a deputada distrital. Durante a investigação, policiais civis analisaram as informações da ERB (Estação Rádio-Base) dos telefones da deputada, entre janeiro de 2010 e setembro de 2013, época em que a hoje deputada teria frequentado os cursos, segundo os certificados expedidos em seu nome.

Essa avaliação, no entanto, demonstra que os aparelhos estavam na maior parte dos horários de aula no Guará e Águas Claras, bem distantes da faculdade que tem sede no Areal.

Os policiais da Corf também fizeram uma análise minuciosa dos documentos apresentados pela deputada Telma Rufino, que demonstrariam a sua frequência nas aulas. São trabalhos, registros de aula, apostilas e anotações. Mas há referências a professores que não deram aulas e até à data errada do vestibular.

Telma Rufino apresentou ainda nomes inconsistentes de colegas e deixou de citar os alunos com quem dividiu trabalhos em grupo. Tampouco apresentou em sua defesa no inquérito da Corf os trabalhos finais dos cursos.

Na denúncia, o MP registra: “O resultado da análise aponta claramente que os papéis apresentados por Telma Rufino e os demais elementos de convicção carreados nos autos estão longe de indicar que ela tenha cursado a graduação ou a pós-graduação da Faculdade Darwin. Pelo contrário, o exame permitiu a conclusão de que os documentos alusivos à suposta conclusão dos cursos são ideologicamente falsos”.

O MP aponta ainda que a deputada distrital não conseguiu comprovar que pagou as mensalidades à faculdade particular. Ela disse que efetuava os pagamentos em dinheiro na tesouraria, mas informou valores bem abaixo dos apresentados no inquérito por representantes da Darwin.

A Polícia Civil chegou a requisitar à Faculdade Darwin as folhas de presença e a documentação que atestariam a participação de Telma nos cursos, mas a instituição de ensino não os encaminhou. Os policiais ainda colheram depoimentos de alunos, funcionários e professores da Faculdade Darwin e do Instituto Diniz. Vários disseram que não a conheciam.

Cópias requisitadas

Em junho de 2013, o Ministério da Educação abriu processo administrativo para apurar irregularidades na Faculdade de Tecnologia Equipe Darwin e requisitou informações sobre a emissão dos diplomas de Telma Rufino. O MEC requisitou a cópia do diploma de graduação, do histórico escolar e do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC). Mas, segundo a denúncia, até hoje não obteve resposta.

Quando as primeiras suspeitas de fraude nos diplomas de Telma Rufino vieram à tona, em reportagem do Correio, de 26 de junho de 2015, a Universidade de Brasília (UnB), a quem cabe registrar os diplomas de curso superior, pediu que a Darwin lhe encaminhasse todos os documentos sobre o caso. Como isso não ocorreu, o registro do diploma da deputada foi cancelado.

A denúncia contra Telma Rufino será analisada pelos desembargadores que compõem o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF, uma vez que a deputada tem foro especial para ser processada e julgada em segunda instância. Se for condenada, ela pode pegar uma pena de até 10 anos de prisão, além de se tornar inelegível.

Em nota, a assessoria de imprensa de Telma Rufino argumentou que “o processo em questão corre em segredo de Justiça e a parlamentar está tomando as devidas providências junto à sua defesa para que o caso seja esclarecido”.


» Memória

Lavagem de dinheiro
Deflagrada em 30 de abril de 2015, a Operação Trick investigou esquema de lavagem de dinheiro por meio de empréstimos bancários. Policiais civis cumpriram 36 mandados de busca e apreensão e 32 de condução coercitiva. Entre os alvos, estavam a deputada Telma Rufino, então filiada ao PPL, e o presidente do partido, Marco Antônio Campanella, além de dois servidores do Banco do Brasil.

Fonte: Correio Braziliense